Status
Isto não é blog, serve de principalmente de blogroll e para arquivar posts de outros blogs que de alguma forma me interessam.
Todos os posts: têm o título colocado por mim; têm uma referência ao blog, blogger e data de publicação do post de origem; estão linkados para o blog em que foram publicados. A quem, por azar do destino, aqui cair, aconselho que siga o link e leia a versão original; têm também tags para o blog e blogger; se por acaso o post conter o tag "comentário(s)", é porque achei que a caixa de comentários é também bastante relevante para o assunto tratado.
O porquê do link e também a transcrição? Porque gostava de manter o texto se por algum motivo o blog original for encerrado, ou o post apagado.
Mostrar mensagens com a etiqueta Futebol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Futebol. Mostrar todas as mensagens
domingo, 15 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Eusébio tributo
Este post foi publicado em 5 de Janeiro de 2014, no blog Escrever é Triste, pelo blogger Manuel S. Fonseca
http://www.escreveretriste.com/2014/01/eusebio-da-silva-ferreira-meu-deus/
http://www.escreveretriste.com/2014/01/eusebio-da-silva-ferreira-meu-deus/
Eusébio da Silva Ferreira, meu Deus

Se
Eusébio morreu hoje, como dizem as infatigáveis
notícias, morreu hoje o que restava dos meus anos 60
e o que restava de Portugal ter sido um império.
E
embora morrendo hoje, como dizem as indesmentíveis
notícias, as cores do mito – esse belo negro da sua pele,
esse vermelho vivo da sua camisola – não deixarão
nunca morrer Eusébio. E nem é preciso dizer aqui a
palavra Benfica, porque a palavra Eusébio e
a palavra Benfica beijam-se, fundem-se, são uma
combinação amorosa de que a gramática
tem ciúmes.
Eusébio
era feito da mesma terra vermelha dos heróis. A força de
pernas de um Hércules, veloz como Ulisses, o
joelho onde Aquiles tinha o calcanhar. Há
romance, mistério e aventura em toda a sua vida.
Vejam como, da cidade colonial de Lourenço Marques, o
trazem para Lisboa.
Numa
noite de trópicos, um jipe leva-o à porta do avião.
Clandestino quase. E em Lisboa escondem-no da bruxa
má. Tudo porque Eusébio, personificação
da bondade, fez o que um filho deve fazer, a vontade à sua
mãe. O clube onde jogava queria mandá-lo à experiência
para outro clube. Mas a mãe, como todas as mães, decidiu pela
vontade do filho: recusar vir à experiência
porque, como todos os verdadeiros humildes,
Eusébio sabia o que valia.
E
o que valia Eusébio? Outros dirão muito melhor do que eu. Eu
conto-vos só as minhas perplexidades. Eu nunca
conseguia saber se era o seu pé esquerdo, se o seu pé
direito que chutava. Porque, em boa verdade, não era
ele que chutava. A velocidade rematava por ele. E
já estou a mentir ou a enganar-me, porque, em boa
verdade, foi com Eusébio que a velocidade
aprendeu a jogar à bola. Num tempo em que os carros tinham
quatro velocidades, Eusébio já tinha
a sexta.
Deixem
deliciar-me vergonhosamente no vício das minhas
recordações. Estou a vê-lo, em Amsterdão,
alinhado com Águas, Coluna, Simões, antes da final com o Real
Madrid começar. Está perfilado, a carapinha
cortada quase rente, a cabeça redonda de menino,
preciosamente desenhada e bonita, a pele
negra brilhante, nobre, africana. E era, menino de
Moçambique, o melhor jogador português. E
eu tenho muito orgulho em que o melhor jogador português
seja um africano, raio de um ex-império que nem um deputado
negro consegue ter.
Nesse
jogo, marcou dois golos, os dois, juram-me, e eu não teria
tantas certezas, com o pé direito. Puskas, Gento
e o semi-deus que era Di Stefano caíram aos seus pés.
Eusébio, herói compassivo, foi ao chão buscar
a camisola de Di Stefano. Pediu-lha, a esse semi-deus
abatido. Di Stefano deu-lha, consolado por aquele
pedido de menino, e Eusébio guardou-a, porque Eusébio
é o guardião de todos os símbolos.
Eusébio
foi o primeiro futebolista a justificar
os 110 metros de comprimento de um campo de futebol.
Se não fossem já essas as medidas, o campo teria de ser
esticado. Eusébio comia com alegria metros de relva.
Eusébio era um bicho dos grandes espaços, uma
pantera que queria savana. Foi com ele que o futebol
descobriu que a África existia.
Corria
em linha recta ou em elipse, fazendo meias-luas, rápidas
mudanças de direcção, reinventando a
velocidade, baixando-a, subindo-a. Percebia-se assim,
finalmente, por que razão um campo de futebol deve ter 75
metros de largura, uma área de 8250 metros quadrados.
Corria e nas pernas dele corria a palavra
Benfica. Mas também a palavra Portugal.
Foi
em 1966, não dou novidade nenhuma a ninguém. Mas vejam
outra vez as cores do mito a pintar Eusébio. Houve um
sorteio dos números das camisolas. Saiu-lhe o
11, ao pequenino e maravilhoso Simões o 13. Simões
queria jogar com o seu habitual 11 e, com a verdade,
deu a volta a Eusébio: “Já
viste o que é, se jogares com o 13 e fores, como vais ser, o
melhor marcador e o melhor jogador do mundo?”
E foi, com esse número que devia ser fatídico, com esse número
da feiticeira Circe, o melhor marcador, o melhor
jogador, o Melhor. As cores do mito, os números do mito,
escolhem-no, querem-no como filho dilecto.
Vi
o segundo golo dele ao Brasil num filme exibido no cinema
Império, em Luanda. Uma obra de arte gigantesca em que
potência e explosão se enlaçam. Um golo que
ajoelhou o Brasil, esse império romano do
futebol. De novo e sempre as cores do mito: com esse golo,
aos pés alados de Eusébio, caía Pelé, uma lança
espetada no flanco.
No
jogo com a Coreia do Norte, Eusébio carregou, como
Hércules, o mundo aos ombros. Ainda nem a meio da
primeira parte íamos e a Coreia, abalando a ordem do céu
e terra, de mares e ares, ganhava por três a zero. Eusébio
reconstituiu minuciosamente a ordem do
mundo, todo o universo. Agarrou nos destroços e
com perseverança juntou as partes. Correu,
driblou, foi atingido violentamente, mas
triunfou. Quatro golos foram os trabalhos de
Eusébio nessa tarde de glória que acabaria,
dias depois, nas lágrimas de Wembley, momento mais bonito,
mais lírico ou elegíaco do que qualquer vitória.
Lágrimas de Eusébio que a camisola de Portugal
recolhe e esconde. Nenhum outro gesto, outras lágrimas,
poderão ser testemunho de mais amor.
Morreu
hoje Eusébio da Silva Ferreira, meu Deus.

Etiquetas:
Benfica,
Escrever é Triste,
Eusébio,
Futebol,
Manuel S. Fonseca,
Tributo,
Velhas Glórias
quarta-feira, 11 de junho de 2014
A selecção e os Ronaldetes
Este post foi publicado em 11-06-2014, no blog GuachosVermelhos pelo blogger GuachosVermelhos
Ronaldo 5 - Selecção que jogou contra a selecção do melhor jogador do mundo 1
Autor: GuachosVermelhos às 6/11/2014
12:20:00 da tarde Marcadores: ronaldomania, selecção
de Roanldo
A
selecção de Ronaldo, o melhor jogador do mundo, jogou e ganhou a
uma equipa que jogou contra a selecção de Ronaldo, melhor jogador
do mundo - já esta madrugada.
Apesar
de há muito estar de férias, a equipa que jogou e perdeu com a
selecção de Ronaldo, ainda conseguiu correr um pouco mais que o
Fernando Seara quando foi ao Porto pedir o apoio de Pinto da Costa,
para se candidatar à presidência da Liga de clubes...
Mas
não se pense que o jogo foi fácil...o melhor do mundo começou a
preparar e a ganhar este jogo logo pela manhã, quando meio ensonado
e cansado, depois de passar uma noite de amor intenso com Irina ao
telemóvel, Ronaldo aviava 3 pedaços bacon, 4 ovos estrelados, dois
croquetes, 5 croissante's com doce de rahat lokum e fiambre, 5 meias
de leite e 3 pacotes de leite condensado.
Foi
um pequeno almoço de um verdadeiro rei, apenas ao alcance do melhor
do mundo!
O
resto da manhã foi passado com o "filho" no twitter e no
facebook - mostrando para as câmaras de televisão esse lado tão
carinhoso do papá Ronaldo. E a tarde foi passada com Irina, em
família, apesar de a modelo russa estar, como sempre, a milhares
quilómetros de distância. Foram muitos os incentivos e as
demonstrações de carinho de Irina a Ronaldo, tudo muito bem
documentado pelos jornalistas presentes, que puderam "testemunhar"
e transmitir em directo - os ternurentos momentos do melhor do
mundo!
Assim
motivadíssima - a selecção de Ronaldo não daria qualquer
hipótese à selecção que jogou e perdeu com a selecção de
Ronaldo. Foi um autentico massacre do melhor do mundo e da selecção
de Ronaldo...
Apesar
de ter escorregado imensas vezes e de se ter atrapalhado (uma finta
apenas ao alcance do melhor do mundo) outras tantas - o melhor do
mundo fez um jogão, o que motivou e obrigou a que a selecção de
Ronaldo entrasse a todo o gás e marcasse logo nos primeiros minutos
de jogo.
A
história deste jogo conta-se pelos golos que Ronaldo 'construiu',
levando a que as meretrizes travestidas de jornalistas desportivos
portugueses, tivessem em directo verdadeiros orgasmos múltiplos,
com gemidos, gritinhos e muitos cabelos arrancados de emoção!
Foi
com um grande passe de Ronaldo que se iniciou a jogada, (exactamente
1 minuto antes) que levaria a que o nº 9 da selecção de Ronaldo
marcasse o primeiro golo do jogo. O 2-0 chegaria por um jogador da
equipa que jogou e perdeu com a selecção de Ronaldo - marcado na
própria baliza, claramente assustado com a presença do melhor do
mundo...e o 3-0 chegaria pelo mesmo jogador da selecção de Ronaldo
que marcara o primeiro, após mais uma brilhante jogada iniciada por
Ronaldo...5 minutos antes.
Fim
da primeira parte...
A
partir dos 65 mts e após Jorge Mendes ter substituído o melhor do
mundo; por indicação do médico do Real Madrid - o jogo perderia
todo e qualquer interesse, apesar dos dois excelentes momentos de
Ronaldo no banco de suplentes, de onde iniciou os lances que deram
origem ao quarto e quinto golos da selecção do melhor do
mundo...
Apenas
para as estatísticas, refira-se que os golos foram apontados pelo
nº 10 da selecção de Ronaldo e pelo lateral esquerdo do Real
Madrid, antigo jogador de uma equipa portuguesa, habitual titular da
selecção de Ronaldo, o melhor jogador do mundo.
Foi
uma grande jogatana da selecção de Ronaldo, onde o melhor jogador
do mundo, demonstrou a todos que é o melhor jogador do mundo.
Etiquetas:
Brasil 2014,
Campeonato do Mundo,
Futebol,
GuachosVermelhos,
Ronaldetes,
Selecção
terça-feira, 10 de junho de 2014
Campeonato do Mundo de Futebol
Neste link legendado em português do Brasil:
http://mais.uol.com.br/view/zwuxgmhe6kop/john-oliver-detona-a-fifa-legendado-0402CD9B3066DC815326?types=A&
Etiquetas:
Brasil 2014,
Campeonato do Mundo,
FIFA,
Futebol,
HBO,
John Oliver,
Last Week Tonight,
Qatar 2014,
Rir é o melhor remédio
Subscrever:
Mensagens (Atom)
